A empresa Alfa S.A., de médio porte, está reestruturando seu sistema de recompensas. Atualmente, adota uma política de remuneração tradicional, com salários fixos baseados em descrições de cargos rígidas e aumentos por mérito definidos pelo gestor imediato. A diretoria pretende implementar um modelo de remuneração estratégica que alinhe os colaboradores aos objetivos organizacionais e estimule o desenvolvimento de competências. Durante os debates, surgiram as seguintes propostas:
- I. Adotar a remuneração por competências, na qual o salário é determinado pelo grau de complexidade das competências individuais, independentemente do cargo ocupado, permitindo que um profissional com competências mais desenvolvidas receba acima do teto salarial do cargo.
- II. Implementar a remuneração funcional, mantendo a estrutura de cargos e salários, mas vinculando os aumentos à progressão horizontal por mérito e à progressão vertical por promoção, com base em avaliações de desempenho e tempo de serviço.
- III. Introduzir a remuneração variável, atrelada ao alcance de metas organizacionais e individuais, com pagamento de bônus anual, sem alterar o salário-base fixo.
- IV. Implantar a remuneração por habilidades, na qual o colaborador é remunerado pelo conjunto de habilidades certificadas que possui, mesmo que não as utilize em suas atividades diárias.
Considerando as práticas contemporâneas de gestão de pessoas e as características dos modelos de remuneração, é correto afirmar que: