Em um órgão público federal, o dirigente máximo decidiu reorganizar a estrutura administrativa para melhorar a eficiência na prestação de serviços. A proposta inicial era agrupar as atividades com base no tipo de cliente atendido: pessoas físicas, pessoas jurídicas e entes públicos. No entanto, um consultor sugeriu que a departamentalização por clientes poderia gerir conflitos de prioridades, e propôs uma alternativa baseada em processos, considerando que as atividades-meio (como licitações e recursos humanos) deveriam ser centralizadas. Após análise, optou-se por uma estrutura que combina critérios, mantendo unidades especializadas por tipo de cliente, mas com uma unidade central de compras e outra de gestão de pessoas. Essa forma de departamentalização é conhecida como: