No âmbito da Administração Pública Federal, a delegação de competência para a prática de atos de gestão orçamentária e financeira é disciplinada pelo Decreto nº 93.872/1986 e pela Lei nº 4.320/1964. Considere a seguinte situação hipotética:
O Reitor de uma Universidade Federal, após ampla reestruturação administrativa, edita portaria delegando competência ao Pró-Reitor de Administração para autorizar despesas, emitir empenhos, movimentar recursos financeiros e aprovar prestações de contas. No mesmo ato, estabelece que o Pró-Reitor poderá subdelegar tais competências a servidores ocupantes de cargos de direção, vedando, contudo, a subdelegação para ordenação de despesas de valor superior a R$ 500.000,00. Meses depois, o Pró-Reitor subdelega a um Coordenador-Geral a competência para autorizar despesas até o limite de R$ 300.000,00. O Coordenador-Geral, então, autoriza despesa de R$ 450.000,00, emitindo o respectivo empenho. Simultaneamente, o Reitor, sem revogar a delegação anterior, edita nova portaria delegando as mesmas competências ao Chefe de Gabinete, que também autoriza despesas. Diante desse cenário, assinale a alternativa correta.