No modelo PREMIS, os metadados de preservação digital organizam-se em cinco entidades: Objeto Digital, Evento, Agente, Direitos e Ambiente. Considere que uma instituição arquivística precise registrar a migração de um lote de documentos digitais do formato ODF para PDF/A, bem como identificar o software e o responsável técnico pela conversão. Nesse caso, a conversão propriamente dita deve ser descrita como um Evento, o software utilizado e o técnico responsável devem ser representados como Agentes, e o arquivo resultante da migração deve ser vinculado ao Objeto Digital original por meio de um relacionamento de derivação, preservando-se o vínculo entre o objeto de origem e o objeto resultante.