Uma equipe de enfermagem atua em uma unidade de atenção primária e realiza busca ativa de crianças com quadros respiratórios recorrentes. Durante a avaliação, o enfermeiro identifica que, além dos fatores etiológicos infecciosos, os fatores ambientais e os fatores de risco individuais devem ser considerados no planejamento do cuidado. Nesse contexto, é correto afirmar que a exposição à fumaça de cigarro, a poluição do ar intradomiciliar por uso de biomassa e a ausência de aleitamento materno exclusivo constituem fatores de risco ambientais e individuais associados ao aumento da frequência e da gravidade das doenças respiratórias na infância, sendo que a identificação desses fatores pela enfermagem permite intervenções educativas e preventivas direcionadas ao controle dos agravos respiratórios.
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