Uma adolescente de 15 anos, com IMC no percentil 97 para a idade e sexo, apresenta acantose nigricans, hipertensão arterial e história familiar de diabetes tipo 2. Durante a consulta de enfermagem, o enfermeiro identifica que, além dos critérios antropométricos, a presença de comorbidades metabólicas e o histórico familiar configuram situação de risco elevado, demandando abordagem multiprofissional e monitoramento longitudinal. Nesse contexto, é correto afirmar que a classificação isolada do estado nutricional pelo IMC, mesmo quando associada a marcadores clínicos de resistência insulínica, é suficiente para definir a conduta terapêutica e o prognóstico dessa adolescente, dispensando a avaliação de fatores comportamentais, socioeconômicos e ambientais que influenciam o manejo da obesidade na adolescência.
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