Um paciente de 58 anos, com histórico de diabetes mellitus tipo 2 e insuficiência renal crônica dialítica, apresenta quadro de dor lombar insidiosa, febre baixa e sudorese noturna há três semanas. A ressonância magnética da coluna lombar evidencia sinais de espondilodiscite nos níveis L3-L4, com coleção paravertebral e acometimento de partes moles adjacentes. A cultura por punção percutânea revelou crescimento de Staphylococcus aureus sensível à oxacilina. Diante desse cenário, é correto afirmar que a antibioticoterapia isolada, com duração mínima de seis semanas, é o tratamento de escolha, sendo a cirurgia reservada apenas para casos de déficit neurológico progressivo ou instabilidade vertebral.
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