No contexto da avaliação fonoaudiológica dos distúrbios da linguagem em doenças neurogênicas, considere o seguinte cenário clínico: um paciente adulto, após acidente vascular cerebral em hemisfério esquerdo, apresenta fala fluente, porém com conteúdo semântico empobrecido, parafasias verbais e semânticas, dificuldade de repetição e de compreensão auditiva, além de anosognosia. Nesse caso, a conduta fonoaudiológica inicial mais adequada é priorizar a estimulação da repetição e da nomeação por meio de tarefas estruturais, uma vez que a preservação da fluência indica que o componente fonológico está intacto e que o déficit central reside na decodificação fonêmica.
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