Um paciente de 58 anos, com insuficiência cardíaca crônica e fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 30%, em uso de carvedilol, enalapril e espironolactona, apresenta-se com dispneia aos pequenos esforços. Durante a consulta, o médico assistente considera a introdução de ivabradina. De acordo com as diretrizes atuais, a ivabradina é indicada para reduzir a frequência cardíaca e melhorar os sintomas em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, desde que estejam em ritmo sinusal e com frequência cardíaca igual ou superior a 70 bpm, mesmo que já estejam em uso de betabloqueador na dose máxima tolerada.
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