Um paciente de 58 anos, com histórico de hipertensão arterial e diabetes mellitus, apresenta-se com quadro de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (FEVE < 40%) e classe funcional NYHA III. Após otimização terapêutica com inibidor da ECA, betabloqueador e antagonista do receptor mineralocorticoide, persiste sintomático. Considerando as diretrizes atuais para o tratamento da insuficiência cardíaca, julgue o item a seguir:
A adição de ivabradina está indicada se a frequência cardíaca permanecer acima de 70 bpm em ritmo sinusal, desde que o paciente esteja em uso de dose otimizada de betabloqueador ou tenha contraindicação a essa classe.
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