Durante uma avaliação miofuncional orofacial, o fonoaudiólogo observa um paciente adulto com queixa de dificuldade mastigatória e ruídos articulares. Ao exame, constata-se que o côndilo mandibular, na abertura máxima, desloca-se além da eminência articular, ultrapassando o limite fisiológico, mas retorna à fossa mandibular sem necessidade de manobra manual. Considerando a fisiologia aplicada à motricidade oral, é correto afirmar que esse quadro caracteriza uma luxação temporomandibular verdadeira, exigindo redução manual imediata, pois a simples transposição do côndilo sobre a eminência articular já configura perda permanente da relação oclusal.
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