Uma secretaria estadual de saúde, ao estruturar um programa de reabilitação fonoaudiológica para pacientes com disfagia orofaríngea decorrente de acidente vascular cerebral, decidiu priorizar o atendimento em serviços de atenção especializada, mantendo a porta de entrada preferencial na atenção básica e garantindo o encaminhamento regulado conforme a necessidade clínica. Nesse contexto, considerando os princípios que regem a organização do SUS e a interface entre motricidade orofacial e gestão em saúde, é correto afirmar que a atuação fonoaudiológica na disfagia, quando integrada à rede de atenção à saúde, deve observar a hierarquização dos serviços e a integralidade do cuidado, de modo que o acesso do usuário ao atendimento especializado ocorra por meio de fluxos regulados, sem que isso configure violação ao princípio da universalidade, desde que assegurado o atendimento em todos os níveis de complexidade conforme a necessidade terapêutica.
Selecione uma alternativa pra criar sua conta e salvar o progresso.