Um fonoaudiólogo avalia um paciente adulto com histórico de respiração oral crônica e queixa de roncos. Ao exame, observa palato ogival, mordida cruzada posterior e hipotonia dos músculos elevadores da mandíbula. Considerando os distúrbios da motricidade orofacial, é correto afirmar que a respiração oral crônica pode levar a alterações estruturais e funcionais do sistema estomatognático, incluindo atresia maxilar e alterações posturais de língua e lábios, mas a presença de roncos noturnos nesse contexto não guarda relação com a hipotonia dos músculos elevadores da mandíbula, pois o ronco é determinado exclusivamente pela obstrução nasal.
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