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No contexto da atuação fonoaudiológica em motricidade orofacial, o fonoaudiólogo, ao receber um paciente encaminhado pelo cirurgião-dentista com suspeita de disfunção temporomandibular (DTM), deve considerar que a presença de ruídos articulares, como estalidos, é sinal patognomônico de DTM, o que dispensa a investigação de outros fatores etiológicos, como hábitos parafuncionais e alterações oclusais, para a definição da conduta terapêutica.
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